Devaneios da Moda #29
By : Kika TintilianoTão preto e branco, mas tão novo
Não sei se só eu, mas tenho visto muitas pessoas nas ruas usando calças listradas p&b, como se de repente todo mundo tivesse acordado pensando em usar a mesma roupa. Então lembrei que a marca Coco Chanel já foi ícone das roupas p&b. E como tudo que já foi moda volta (ou permanece) a ser moda, vale a pena apostar nesse tema.Muitos não sabem que a marca Coco Chanel foi uma grande incentivadora do preto e branco. Empenhada a criar um estilo revolucionário para a época de 1900, em que destacou o uso de saias plissadas, minivestidos um tanto ousados, blusas de gola ou jaquetas femininas antes usadas apenas por homens. Mas de todas essas e outras criações, talvez a simples ideia do preto e branco tenha sido a mais marcante, por não ter muitos segredos mas ser muito compatível, tornado-se então um clássico atemporal.
Preto e branco são apenas duas cores aparentemente comuns, porém tem inúmeras formas de usá-las e estão em alta o tempo todo. É possível ver pessoas usando-as em todo momento, para indeterminadas ocasiões. Se você vai para uma entrevista de emprego, por exemplo, pode usar uma blusa social branca em contraste com uma calça preta, sem receio de estar mal vestido. Ou se você curte um estilo mais alternativo, pode usar um blusão branco, calça ou saia preta e até mesmo unir alguns acessórios feminino ou masculino, como cinto, relógio, pulseiras, coletes mais coloridos ou jaqueta. Até o xadrez, tão moderno, tem o seu lugar no clássico preto e branco.
Um lance legal é poder brincar com as estampas, sendo elas em listras,
bolinhas ou o que a imaginação do estilista criar. Afinal, a ideia de
combinar simetricamente cada estampa, detalhe ou cor das roupas, não é
mais tão seguido à linha.
Dificilmente alguém erra nessas combinações porque são cores opostas, mas que se completam. Certamente, o preto e branco é o exemplo de algo aparentemente comum mas com uma força muito superior, evidenciando que tudo que é clássico tende a perpetuar e se destacar em antigas e novas gerações. Help!!! #06
By : BuuuuuhAprendendo a usar: creeper
Os creepers nasceram durante a Segunda Guerra Mundial, quando os soldados precisaram de botas com solas grossas, mas se consagraram como item fashion na década de 50 com os Teddy Boys. Na década de 70 os punks adotaram o calçado com shapes e estampas variadas.
Em 2013, aquele bom velhinho de óculos escuros e longos cabelos brancos, famoso por ressussitar calçados bizarros como clogs, trouxe os creepers para sua coleção Resort 2013. Estamos falando de Karl Lagerfeld e a Chanel.
Em um desfile nos jardins do Palácio de Versailles, Karl trouxe uma Maria Antonieta moderna, que mistura tons pastel com creepers metalizados. E ainda tem gente que se assustou com o sapato de sorvete para a coleção da Melissa, pra quem não viu é só click aqui.
Esquisitos ou não, os creepers estão aí e muita gente vai usar. Se você está com vontade de embarcar nesta moda, vem comigo!
Creeper com saias e vestidos :

O principal motivo que faz as mulheres torcerem o nariz para os creepers é o jeitão masculino. Lembram do coturno e do oxford? A mulherada achava um horror, porque era sapato de ~homem~. Portanto, o passo número um para deixar o creeper feminino é uma saia! Aí você acostuma e quando perceber, vai estar enxergando um sapato unissex.
Creeper e saia ficam perfeitos com meias acima dos joelhos, principalmente para as novinhas :P . A pegada colegial-rebelde é bacana e moderninha!
Creeper com shorth :
As famosas adoram, Riri e Katy Perry são adeptas do short com creeper. É uma ótima combinação porque é sexy e rebelde ao mesmo tempo. Aqui você também pode usar as meias 7/8 ou uma meia-calça rasgada se ousar for seu estilo. Shorts estampados também valem (a Farm está com alguns modelos lindos), principalmente os de cintura alta.Se quiser alongar as pernas, invista na mistura de meia-calça e creeper da mesma cor, dê preferência aos tons escuros.
Creeper com calça :
Aqui a dica de calça da mesma cor do sapato também funciona, como na foto da menina-com-o-cabelo-mais-lindo-do-mundo. Os contrastes, estampas e misturas também valem, olha a calça vermelha e o creeper de oncinha! Linda mistura, não acha?
Vai compra um creeper? Na hora de escolher seu creeper, o mais importante é se sentir à vontade. Não é um sapato discreto e é possível que você receba críticas ao usar. Mas o mundo é divertido porque somos diferentes, já pensou que chato se todos usassem uniforme?
Até o proximo Help!
Os creepers nasceram durante a Segunda Guerra Mundial, quando os soldados precisaram de botas com solas grossas, mas se consagraram como item fashion na década de 50 com os Teddy Boys. Na década de 70 os punks adotaram o calçado com shapes e estampas variadas.
Em 2013, aquele bom velhinho de óculos escuros e longos cabelos brancos, famoso por ressussitar calçados bizarros como clogs, trouxe os creepers para sua coleção Resort 2013. Estamos falando de Karl Lagerfeld e a Chanel.
Em um desfile nos jardins do Palácio de Versailles, Karl trouxe uma Maria Antonieta moderna, que mistura tons pastel com creepers metalizados. E ainda tem gente que se assustou com o sapato de sorvete para a coleção da Melissa, pra quem não viu é só click aqui.
Esquisitos ou não, os creepers estão aí e muita gente vai usar. Se você está com vontade de embarcar nesta moda, vem comigo!
Creeper com saias e vestidos :

O principal motivo que faz as mulheres torcerem o nariz para os creepers é o jeitão masculino. Lembram do coturno e do oxford? A mulherada achava um horror, porque era sapato de ~homem~. Portanto, o passo número um para deixar o creeper feminino é uma saia! Aí você acostuma e quando perceber, vai estar enxergando um sapato unissex.
Creeper e saia ficam perfeitos com meias acima dos joelhos, principalmente para as novinhas :P . A pegada colegial-rebelde é bacana e moderninha!
Creeper com shorth :
As famosas adoram, Riri e Katy Perry são adeptas do short com creeper. É uma ótima combinação porque é sexy e rebelde ao mesmo tempo. Aqui você também pode usar as meias 7/8 ou uma meia-calça rasgada se ousar for seu estilo. Shorts estampados também valem (a Farm está com alguns modelos lindos), principalmente os de cintura alta.Se quiser alongar as pernas, invista na mistura de meia-calça e creeper da mesma cor, dê preferência aos tons escuros.
Creeper com calça :
Aqui a dica de calça da mesma cor do sapato também funciona, como na foto da menina-com-o-cabelo-mais-lindo-do-mundo. Os contrastes, estampas e misturas também valem, olha a calça vermelha e o creeper de oncinha! Linda mistura, não acha?
Vai compra um creeper? Na hora de escolher seu creeper, o mais importante é se sentir à vontade. Não é um sapato discreto e é possível que você receba críticas ao usar. Mas o mundo é divertido porque somos diferentes, já pensou que chato se todos usassem uniforme?
Até o proximo Help!
Conceito: Think Small
By : Lucas Iglezia
Besourinho, Fusquinha, Fusqueta, Volls, Bala, Fuca... popular no Brasil e no mundo todo, o Volkswagen Fusca foi um divisor de águas no que diz respeito à forma de fazer publicidade. E tudo começa lá nos Estados Unidos, na década de 60...
Após uma Segunda Guerra Mundial sangrenta, com diversas baixas, as famílias norte americanas cresceram (num fenômeno conhecido como baby-boom). Junto com esse crescimento, houve também o aumento do sonho de consumo, com americanos comprando mais e procurando novamente o "American Way of Life". A alemã Volkswagen tentaria, então, colocar seu carrinho popular no mercado Yankee, por que não?
1º - os americanos (e todo o mundo ocidental e soviético) adquiriu um ódio extremo pelo nazismo e, obviamente, pelos alemães;
2º - o estilo de vida norte americano não combinava com um carro compacto, tendo em vista a época dos luxuosos Rolls Royce, Cadillacs e afins...
Qual a sacada então? O publicitário Bill Bernbach, presidente da famosa agência Doyle Dane Bernabach (DDB), usou de humor e mudou a forma de fazer publicidade. Com um anúncio simples, Bill convidava a conhecer um carro simples, uma segunda alternativa para as famílias numerosas dos USA.
Resultado? pense pequeno no lugar de pensar grande! Confira abaixo a peça feita na época.
Think Small: um conceito de promoção honesta de um carro honesto; o abandono de uma publicidade sonhada; o início da era criativa da publicidade.
Achei aqui ó: Cérebro Criativo
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Curiosidades,
P&B ao Colorido #31
By : Lucas Iglezia
Harper's Bazaar: Um império de conceitos
Yeah, o P&B ao Colorido agora traz para você, digníssimo(a) leitor(a) do Ethos13, temas direcionados não só à fotografia, mas também ao design e artes plásticas. E para começar essa fase de ampliação, nada melhor que misturar esses assuntos num mexidão só, não? Uso como receita para isso, a revista de moda e comportamento norte americana, Harper's Bazaar.
| "Hmmm, a Harper's chegou!" |
Por que falar da Harper's? bem, primeiro porque ela foi uma das primeiras revistas a abordar o tema da moda e comportamento, voltando esses assuntos para donas de casa no final do século XIX. Foi uma publicação que abriu conceitos novos no jeito de fazer revista e abordar assuntos relacionados ao universo feminino. E, sim, suas páginas podem ser consideradas como painel de obras de arte. Confira alguns exemplos ai embaixo!
Segundo motivo é que, por ela, passaram nomes grandiosos como Alexey Brodovich e Diana Vreeland, contratados pela então editora chefe Carmel Snow. Foi no período de Snow, aliás, que a revista alcançou um status de mais admirável no século passado. Brodovich foi um importante designer, responsável pelo trabalho gráfico e toda a reformulação que aconteceu na época, criando o novo logotipo - usado até hoje -, mudanças na diagramação e toda a direção de arte, responsável por artes internas e de capa fabulosas.
| O designer... |
| ... e sua obra |
Vreeland foi editora de moda, responsável por utilizar modelos que se tornariam ícones do século XX, como as famosas Twiggy, Marisa Berenson, Anjelica Huston e Cher. Ficou conhecida por usar modelos visualmente estranhas na época, transformando-as em paradigmas de beleza. O trabalho de Vreeland impulsionou outra revista, a concorrente Vogue. Porém foi na Harper's que ela descobriu o talento para a crítica de moda, não somente apontando tendências, mas também apurando o senso crítico da profissão e do mercado.
| Diana Vreeland, a editora de moda temperamental que lançou conceitos |
![]() |
| Twiggy: o conceito |
A Harper's Bazaar não cansou de abusar da fotografia e do design para passar sua mensagem, os conceitos de moda vigentes desde sua criação, em 1867, até os dias atuais. Sua existência é importante não somente para as publicações sobre moda e comportamento - tendo em vista ter sido a primeira a abordar o assunto nos Estados Unidos. Mais do que isso, lançou tendências sobre a nova cara da moda, botou em suas páginas o que existia de mais moderno na área da arte e do design, e colocou a fotografia de moda num plano mais idealizado surreal e conceitual, tirando da mesma o aspecto engessado que tinha como característica e dando-a um ar mais artístico Certamente a Harper's é um exemplo de contemporaneidade dentro da arte editorial, fotográfica e do designer.
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PeB ao Colorido,
Devaneios da Moda #28
By : Kika TintilianoDesvencilhando o Boho
Nem toda blusa bata, saia longa ou muitos acessórios são marcas dos hippies, assim como nem todo vestido leve e esvoaçante lembra pessoas românticas, e nem todas botas são preferências do folk ou country.Provavelmente você já viu alguém na rua com uma dessas peças ou até mesmo todas elas juntas, embora no Brasil ainda seja mais discreto, e ficou indeciso ao identificar o que aquele estilo remete ou a qual tribo faz parte.
Boho Chic ou simplesmente Boho
é uma nova mistura de roupas e acessórios que vem inspirando as pessoas
a
saírem do normal sem esquecer do tradicional. Pode chamar de caldeirão,
se quiser, porque é onde você coloca vários elementos
ou peças características de uma era mais retrô ou atual e traz uma única
informação ou, no caso, um único estilo. Não sabe-se exatamente onde
surgiu, mas muito provável que na California.
Nessa mistura de ideias, o estilo hippie, forte nos anos 60, é o mais característico, mas também entra o boêmio e atual, o folk, country e vintage. O Boho não te faz tão elegante, mas exprime uma certa atitude e traz bastante conforto para quem não se importa em andar mais largado.
Nessa mistura de ideias, o estilo hippie, forte nos anos 60, é o mais característico, mas também entra o boêmio e atual, o folk, country e vintage. O Boho não te faz tão elegante, mas exprime uma certa atitude e traz bastante conforto para quem não se importa em andar mais largado.
É normal misturar botas de franja com saias longas, bermuda, calça boca de sino, sandálias, shorts cintura alta, lenços e muitos acessórios. Também é dado preferência aos tons mais naturais e terrosos, como o marrom, ferrugem, caramelo, azul turquesa, também o vermelho. Não que não possa ser usado estampas florais, pelo contrário, elas podem ser consideradas românticas e também se encaixam ao Boho.
Pode até parecer que é uma moda direcionada somente ao público feminino, mas não. Homens também costumam apreciar e usam o Boho. Camisas estampadas, sandálias, bermudas, coletes, chapeu. Se quer saber, o próprio estilo de Johnny Depp pode ser considerado Boho.
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Devaneios da Moda,
P&B ao Colorido #30
By : Lucas Iglezia
Explicação sobre cores, luz e infravermelho
Todos sabemos que a fotografia é feita por luz, certo? (se não sabem, deem uma conferida aqui, seus mandriões!). Sabemos que, se existe cor, é somente pelo fato de existir luz. O básico dos testes é apagar a luz do teu quarto, durante a noite. Você não verá nada, porque não haverá luz!
A luz é uma onda eletromagnética, que possui basicamente todas as cores visíveis dentro dela. Se lembram daquele experimento em que pintávamos um pião com as cores do arco-íris e depois, quando girávamos ele, ficava branco? é exatamente esse o funcionamento da luz! Cada cor está inserida em um comprimento e frequência de onda diferentes da luz.
Um objeto só tem cor por intermédio da sua capacidade de refletir e absorver luz. Um caso que podemos usar como exemplo é a cor preta, que absorve mais luz do que reflete. Sendo assim, sabemos que as cores mais claras refletem mais luz, e as mais escuras absorvem mais luz. O olho humano é capaz de enxergar uma certa frequência de luminosidade, refletindo também no espectro de cores a quais somos sensíveis. Veja o exemplo abaixo:
Basicamente, o que conseguimos ver são aquelas cores que fazem parte do arco-íris (double raibow in the sky, oh my god!!!). No entanto, existem muito mais "cores", invisíveis para nosso limitado nervo óptico. São o infravermelho e o ultravioleta, sendo o primeiro uma porção invisível do espectro eletromagnético (confira tabela acima), abaixo do vermelho visível, e o segundo acima do violeta, ambos dispostos em cada ponta da escala de cores visíveis.
A luz infravermelha costuma ser vista popularmente naqueles sensores térmicos, em filmes, por exemplo, ou então em mapas meteorológicos. Muito basicamente, ela mede a temperatura das coisas. Certos filmes fotográficos - e hoje em dia uma grande parte dos sensores das câmeras - são sensíveis à radiação infravermelha. Utilizando-se de filtros capacitados a captarem essas ondas eletromagnéticas, obtemos imagens onde podemos ver além do que aquilo que é comum aos nossos olhos. Elas possuem um certo efeito térmico, o que nos capacita a enxergar as luzes que nunca são vistas.
Deem uma conferida nos trabalhos abaixo, disponíveis no flickr Infrared Landscapes, que abriga imagens de várias pessoas mostrando paisagens em efeito infravermelho.
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PeB ao Colorido,
Capas de revistas do mundo inteiro!
By : Lucas Iglezia
O publicitário Cláudio Franco é apaixonado por revistas, e decidiu mostrar essa fixação na internet. Através do blog Nas Capas, Cláudio mostra capas de revistas do mundo todo, onde podemos ver a forma como cada editora, setor, país e região trata suas publicações, além de esbanjar arte e inovação.
Segundo texto disponível no próprio blog, Cláudio indica que "a nossa história recente poderia ser contada através de capas de revistas. E esse blog prima pelas boas capas. Então, ai vão as melhores".
Além do blog, você encontra o publicitário e suas capas também no Tumblr
Devaneios da Moda #27
By : Kika TintilianoPequenos grandes mestres da moda
Analisando o mundo e a geração atual, percebemos que a preocupação em vestir-se bem, até por uma questão de cultura ou de tribo, está muito mais aguçada. É como se houvesse a necessidade de exprimir a sua realidade, sua forma de pensar e agir em algumas peças de roupas, acessórios ou sapatos, como uma porta de entrada para outros aspectos pessoais. E isso vem influenciando até quem tem menos de 1.20m.Normalmente, vemos em noticiários fotos de filhos de artistas, tão pequenos, mas extremamente bem vestidos, aquela coisa parecendo que acabou de sair de uma revista de moda. Claro que muitas vezes e até a uma certa idade os pais manipulam ou, por uma questão lógica de necessidade, os vestem. Ou vai dizer que se você for um pai muito fã de Nirvana, Ramones, Guns n Roses, entre outras bandas ou for torcedor afinco de um time não vai querer ter o prazer de vestir o seu filho com uma camisa?
Mas existem muitas crianças de personalidade forte e decididas ao que usar, geralmente as de 8 a 12 anos. Diria futuras estudantes de moda e apreciadoras da arte - ou, em alguns casos, um pouco rebeldes. Até onde isso modifica a vida dessas pequenas mentes eu realmente não sei, até porque essas mudanças vem e atingem muitos aspectos culturais, muitas coisas que as mídias transmitem e ecoam no comportamento ou atitude de quem ainda não tem propriamente uma opinião formada, assim como também costuma acontecer com alguns adultos. A diferença é que, às vezes em sua ingenuidade, os menores conseguem ser bem mais estilosos.
Agora diz se não são adultos que tomaram a pílula do Chapolin!
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Devaneios da Moda,








































